Mês: Janeiro 2018


  • Caixas de música na Conto de Fadas   “Quem sai aos seus não degenera”, diz o provérbio. E isso pode explicar o porquê de eu gostar de caixas de música – acho que posso agradecer à carga genética vinda da minha mãe. Na verdade não é nenhuma paixão assolapada, não perco a cabeça por um…

  • Acho que todos nós temos alguns sabores idílicos dos nossos tempos idos; paladares que guardamos em recantos da nossa memória e que deixam muitas saudades, porque são quase sempre irrecuperáveis. Normalmente são de comidas feitas por alguém que já cá não está (quantos elogios já ouvi às comidas de tantas avós!), provadas em sítios onde não voltaremos…

  • O meu mini-projetor LED   Esta foi uma daquelas compras em que eu quase acendi uma velinha, com medo do que vinha dali. Ainda corria Novembro, estava eu a delinear os vídeos do meu projeto de Natal, quando comecei a pensar de que forma é que os ia mostrar à família. Nós somos muitos –…

  • Desde que me lembro que esta casa tem um piano. Sei que não o compraram mal viemos para aqui, mas não tenho memória da minha sala sem aquela peça. É um piano vertical antigo – acho que terá mais de cem anos -, com as teclas em marfim, como hoje em dia já não se…

  • Eu não tenho grande tempo para ler blogs – mas a verdade é que também já não tenho interesse em ler muitos. Mas às vezes sinto falta. Naqueles minutinhos preciosos que por vezes temos no sofá ou antes de nos levantarmos da cama, gostava de ver outras coisas para além do meu feed de instagram…

  • Acho que hoje em dia passo mais tempo rodeada de homens do que por mulheres, muito por culpa do trabalho. E, como não podia deixar de ser, um os tópicos recorrentes é o futebol. Mas uma das coisas que eu não percebo – nem nunca percebi, para dizer a verdade – é a necessidade que…

  • Trello   Não sei quanto a vós, mas eu sou doidinha por listas. Infelizmente ando a desleixar-me no meu bullet journal, que devia ser a casa-mãe de todas as minhas listas e listinhas, mas mesmo na altura em que andava sempre com ele de atrelado apercebi-me que já não o usava 100% das vezes que…

  • Há uns dias falava-se aqui em casa de como os meus sobrinhos (e extrapolando até para a malta mais nova, da geração YouTube) vivem com base na constante aprovação dos outros. Quase todos eles já têm redes sociais e festejam cada novo seguidor como se tivessem ganho a lotaria – ou o Euromilhões… ou talvez…