2022

– Treinei, em média, 4 vezes por semana – mas a maioria das vezes foram 5;

– Tive Covid quando já tinguém tinha;

– Comprei um carro novo e disse adeus ao meu Mazda;

– Li 13 livros – e ultrapassei a minha meta de 1 livro por mês, whooo!;

– Dei uma série de passeios pelo país, desde o clássico Algarve passando pela zona de Peniche, Viana do Castelo, Crato, Mirandela e Covilhã;

– Visitei pela primeira vez Porto Santo – e comi, obviamente, muito bolo do caco, fui ao Lambecas comer o famoso gelado e experimentei Poncha (não recomendo);

– Conheci um novo país, a Grécia, e fiz mais um cruzeiro – regressei a Malta, a Roma, à Sicília e a Nápoles e conheci Florença;

– Fui a Londres e vi dois musicais – o Moulin Rouge (imperdível!) e o Grease;

– Comi pela primeira vez uma Bolinha do Natário – e que maravilha é, bem quentinha…!

– Fui a um casamento e a um batizado;

– Perdi dez quilos, mas ganhei alguns de volta entretanto;

– Fui acampar três dias para o Gerês – e achei que na primeira noite a tenda iria voar;

– Andei de mota-de-água – e jurei para nunca mais;

– Voltei a fazer stand up padel e confirmei que gosto muito daquilo;

– E também voltei a andar de kayak – 18km num Mondego quase seco, mas sempre bonito;

– Fui demasiadas vezes ao Senhor de Matosinhos, comi muitos churros e pães com chouriço – mas saí de lá feliz;

– Comprei dois teares novos para a fábrica;

– Toquei em num recital de piano;

– Fiz vários escape rooms;

– Vi pela primeira vez os Caretos de Podence e fui à festa da cereja em Alcongosta;

– Apareci na televisão numa reportagem muito bonita sobre a fábrica;

– Continuei a jogar padel – e já consigo apanhar as bolas que batem no vidro!;

– Fui ao cinema um par de vezes, mas vi muito poucos filmes de uma forma geral;

– Instalamos finalmente ar condicionados em casa, depois de um verão perfeitamente demoníaco onde mais valia dormir à beira-mar;

– Fui pela primeira vez ao Palácio da Bolsa;

– Recebi um Kobo no Natal e comecei a ler e-books;

– Vi bastantes documentários e reality shows enquanto fazia bicicleta, assim como algumas séries;

– Vi o Porto ser campeão no dia de aniversário do meu pai;

– Rebocaram-me o carro por ter, por lapso, estacionado num lugar de deficientes – quando tinha até pago ticket de estacionamento;

– Voltei a cortar o cabelo curto no final do ano e, pela primeira vez em onze anos de cortes mais ousados, arrependi-me;

– Passei a usar lentes… muito de vez em quando;

– Cimentei a minha ligação com podcasts – este foi o ano em que comecei a ouvir episódios ligados a livros, nomeadamente com o “Vale a Pena” e o “Livra-te”;

– Fui pela primeira vez ao Festival do Marisco no Groove e fui a La Tocha;

– Visitei pela primeira vez Santiago de Compostela.


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