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  • Wow, que viagem foi esta? Este foi o primeiro livro da Colleen Hoover que li e sei que não será o último. Não que o tenha adorado – na verdade, creio que me deu alguns pesadelos à noite – mas tem a característica que mais gosto numa obra/num autor: é um page turner incrível. Houve…

  • Uma das muitas ideias que tinha para me forçar a escrever mais por aqui – embora hoje em dia cerca de 80% das mesmas caiam no esquecimento ou se percam no frenesim dos dias – era uma rubrica chamada “Séries de Bicicleta”. Em que é que consistia? Em comentar e avaliar as séries que vejo quando…

  • Li este livro rapidamente na tentativa de não esmorecer a leitura, pois rapidamente me apercebi que o estilo de escrita não era o meu favorito. Já tinha lido João Pinto Coelho, mas se a memória não me falha, nem o “Perguntem a Sarah Gross” (que adorei)  nem “Os Loucos da Rua Mazur” (gostei menos) tinham…

  • Aprendi que devo falar com muito pudor sobre o meu trabalho. Sou sempre muito contida nas apreciações e opiniões que teço, não vá ofender o mais próximo. Não me apetece comprar guerras. Sei que,  aos olhos da maioria, estou numa posição de favorecimento constante – e não vai ser o meu discurso que vai mudar (ou,…

  • Não sou espectadora do Daily Show nem conhecia o trabalho de Trevor Noah como humorista – mas não acho necessário estarmos familiarizados com uma personalidade para gostarmos e simpatizarmos com a sua biografia. O importante é ter algo para contar – e Noah tem quanto baste! Filho de uma mulher negra e de um homem…

  • (este post era para te saído ontem, dia 20 de Março – vamos fingir que recuamos uns minutinhos no tempo, sim?) Faço hoje 28 anos e estes marcos dão-me para introspeções – ainda mais que os dias costumeiros. Os últimos anos da minha vida têm sido de aprendizagens profundas, muitas vezes cravadas a fogo num…

  • Sigo há muitos anos a família real inglesa e, como tal, a fã british que vive dentro de mim não me permitiria passar sem ler este livro.  Diria que a obra pode ser descrita, rapidamente, em quatro partes: 1) os primeiros 20% são dedicados à infância e adolescência de Harry, obviamente marcados pela morte da…

  • Este é um livro necessário. Na verdade, só o prólogo diz tudo aquilo que muitos precisamos de saber – embora o que está para trás seja igualmente valioso. Aquilo que Jannette McCurdy evidencia é algo que, no fundo, todos sabemos – mas é uma verdade pouco proliferada (e até pensada): o papel de mãe é…