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Creio que este foi o segundo livro de li de Agatha Christie – mas o primeiro não me deixou marcas. Este, que não tem nenhuma das suas personagens mais icónicas, talvez deixe – li-o num ápice, como há muito tempo não me lembrava de ler um livro. É viciante, praticamente impossível de o deixar a meio. Óptimo para alguém que esteja a passar por um “reading slump” porque é daquelas obras que nos agarra do início ao fim, com personagens que nos despertam emoções diversas e uma escrita coloquial mas de tão fácil leitura que até parece ser uma coisa fácil de se fazer.

Há, de facto, várias razões para lermos Agatha Christie passado todos estes anos: porque mentes como a dele há muito poucas. É um génio do thriller, ainda que os seus livros consigam não ser pesados nem macabros como os thrillers contemporâneos que agora se vêem nas mostras das livrarias.

Aconselho muito.


Uma resposta a “Chávena de Letras: “No Início eram Dez””

  1. Avatar de Tri

    Li, no kobo, há cerca de 2 meses, e foi num piscar de olhos.
    É daqueles livros que nos agarram, e diria que Agatha Christie raramente desilude.

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