Em 2023 eu…

– Fui pela primeira vez a um festival com o Miguel;

– Percebi o impacto que o silêncio pode ter numa fábrica… e achei que ia fechar portas;

– Fui à China e a Cabo Verde;

– Vi o meu sobrinho mais velho tornar-se maior de idade;

– Fui a Fão comer Clarinhas e a Viana do Castelo comer bolas de berlim;

– Fui conhecer o Bolhão renovado e levei lá os meus sobrinhos;

– Vi partir a minha cadela mais velhinha, a Ziva;

– Fui à Madeira – e fiquei lá retida dois dias depois de terem cancelado o meu vôo;

– Continuei a treinar, numa média de três a quatro vezes por semana;

– Ouvi um concerto dos Candlelight e vi também um concerto do Miguel Araújo com o António Zambujo;

– Comi demasiados churros no Sr. de Matosinhos – e não me arrependo;

– No capítulo teatros: fui ver o “Cats” ao Rosa Mota, a “Estudante e o Sr. Henrique” e “Nem a Ponta do Mindinho” ao Sá da Bandeira;

– Eu e o Miguel estreamos um novo ritual: ir, de vez em quando, jantar (ou almoçar) cachorrinhos ao Gazela – e depois ir comer uma natinha quentinha à Rua de Santa Catarina;

– Comprei novos móveis e tapetes e redecoramos ligeiramente a nossa sala – e também fizemos um extreme makeover na nossa lavandaria e escritório;

– Fui com a minha mãe ouvir a Orquesta Strauss ao Coliseu, numa espécie de concerto de ano novo;

– Acho que só fui uma vez ao cinema, para ver o Avatar – e, apesar de ter gostado, já não aguentava mais tempo sentada;

– Andei de bicicleta elétrica – e já não me punha em cima de uma bicileta há pelo menos uma década – e achei que ia cair a cada segundo dos dez minutos que andei;

– Num recital de piano desisti, a meio, de tocar uma peça – foi a primeira vez que me aconteceu;

– Fui passar um fim-de-semana em Alvares e passeei por várias aldeias de Xisto (Talasnal, Piódão);

– Fui com o Miguel fazer um workshop de cerâmica – não nasci para aquilo, mas foi divertido;

– Voltei a ter Covid e, suspeito, Gripe A;

– Festejei, pela primeira vez, o Halloween;

– Semi-adotei um gato, na fábrica;

– Nadei no rio Vez;

– Voltei a tocar piano com mais consistência;

– Bati o meu recorde de homens nus avistados – dei por mim em vários areais de nudistas e não apreciei;

– Uma das minhas orquídeas deu, finalmente, flor – a primeira vez desde que me foram oferecidas;

– Tive notícias muito más sobre pessoas próximas;

– Não fui ver as luzes de Natal nem corri todos os mercados natalícios à minha volta;

– Nasceu a primeira orquídea desta casa!;

– Fui a Évora, à Guarda, ao Algarve, à Serra da Estrela e a Sanxenxo, onde andei de kayak;

– Comecei a ver ciclismo e fui, pela primeira vez, assistir a parte de uma etapa na Volta a Portugal e à chegada de outra etapa no Grande Prémio do JN;

– Tentei começar a aprender a tocar guitarra;

– Cortei o cabelo… e arrependi-me;

– Vi, pela primeira vez, as malhas da fábrica num desfile de moda;

– No capítulo séries: vi, claro, tudo o que era possível de “Love is Blind” na bicicleta. Foi lá que vi também “As Leis de Lydia Poet”, “Squid Game: The Challenge”,  “Break Point”, “Down for Love”, “Soy Georgina” e “Rabo de Peixe”. Fora da bicicleta vi  “Volta à França – no coração do pelotão”, “Mark Cavendish – pedalar até ao fim”, “Queen Charllote”, “The Crown”, “Physical 100”, “The Gilded Age”, “Welcome to Wrexam”, “Only Murders in the Building”, “Stutz” e “XO Kitty” e “The Boy Who Lived”.

– Comecei a vender coisas na Vinted;

– Eu, os meus irmãos e alguns sobrinhos formamos uma banda à última da hora e demos um mini-concerto de 4 músicas no Natal;

– Comecei a ler no kobo e a ouvir audiolivros – o que resultou em 30 livros lidos este ano!!!


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