
No início do ano ganhei coragem para ter um encontro com a balança. Depois chorei. Há momentos na vida que são de reviravolta e não têm de ser necessariamente especiais ou bonitos. Não há uma fórmula mágica. Lembro-me perfeitamente de há uns dez anos me ter olhado ao espelho, enquanto mexia na cara, e reparei…
Fico sempre um bocadinho “chateada” quando percebo que a minha opinião não se enquadra com a da maioria – não na vida em geral (aí, estou-me a borrifar) mas nos livros o caso é diferente. Quando uma massa grande de pessoas diz uma coisa e uma ou outra ovelhas ronhosas entendem dizer o contrário, a…
Há que saber parar. Foi este o pensamento que esteve na minha cabeça enquanto vi a quarta temporada de “La Casa de Papel”. Terminei-a ontem e, logo depois, fui ler o post que escrevi há quase precisamente dois anos quando vi o final da primeira temporada. O engraçado no meio disto tudo é que os…
Há um ano tomei uma decisão. Uma das mais importantes da minha vida. Tomei-a com toda a convicção de quem faz algo em que acredita – independentemente do medo de arriscar naquilo que sempre mais a assustou: uma relação amorosa. Dei o passo consciente de tudo aquilo que ia ter de enfrentar, o que fez…
Jöel Dicker deu-me, há uns anos, um dos melhores livros que li até hoje: “A Verdade Sobre o Caso de Harry Quebert”. Bastou um só livro para o considerar um escritor incrível. Continuei a achar, apesar de “O Livro dos Baltimore” e o “Os Últimos Dias dos Nossos Pais” (que, não sei porquê, não escrevi…
Não sou uma otimista por natureza. Nunca fui, acho que nunca vou ser. Pelo contrário, sempre tive tendência para ser mais depressiva, ver o lado negro das coisas, das pessoas, das histórias e das situações. Nesta fase que vivemos cada um aborda o assunto da forma que quer e se sente mais confortável – depende…