
Em 2020 eu.. – Não saí do país, coisa que não acontecia há uns 15 anos; – Perdi um amigo de quatro patas, o Tomé, que fomos obrigados a abater; – Tornei-me a feliz proprietária da empresa da família, que contemplou uma carga tão grande de felicidade como de responsabilidade; – Comecei a jogar…
Este Natal vai fazer jus a este ano: vai ser estranho, diferente e recheado de primeiras vezes. Acredito que, por força das circunstâncias e do momento em que vivemos, esta estranheza não recaia só sobre mim. Mas, por coincidência, este ano vai ser de outras estreias que nada têm que ver com consequências-covid. Pela primeira…
Quando tomamos conhecimento de uma tragédia como aconteceu à da família Carreira todos sentimos que levamos um chapadão da vida. Não falo da família nem de amigos próximos: esses terão que aguentar com um terramoto, com demasiadas réplicas, que será muito difícil de ultrapassar; muitos – anónimos, aqueles cujas histórias não são dissiminadas pelos jornais…
Alguns anos depois da minha irmã ter saído de casa dos meus pais eu ocupei o quarto dela. Não por ser maior, mas por ter mais luz. Pedi-lhe autorização e fui de móveis e bagagens para o quarto na outra ala da casa – e foi lá que fiquei até sair. Na altura da mudança…
Há uns dias vi o vídeo do Gustavo Carona (podem ver aqui) e não podia estar mais de acordo. O Covid é um problema sério, que não podemos ignorar – e não é nos hospitais que ele vai ser resolvido. É nas ruas, é nas nossas casas, é nas empresas. Está literalmente nas nossas mãos…
Fiquei mesmo, mesmo, mesmo contente por saber que foi aprovada por maioria, na Assembleia da República, a medida que permite a procriação medicamente assistida num caso post mortem. Na altura em que a reportagem sobre a Ângela e o Hugo foi para o ar eu fiquei bastante sensibilizada. De um ponto de vista profissional achei…
É triste andar para trás nos arquivos desde blog – e já são nove anos de memórias -, selecionar as tags “desporto” e “educação física” e perceber que o elo comum em quase todos os posts é a desistência. Não se pode deixar de ver o lado da tentativa, claro – foram muitas as resoluções…
Lembro-me de estar à entrada do prédio e pensar para mim: “tu estás completamente louca”. Estava a subir, pela primeira vez, à casa daquele que viria a ser o meu namorado. As borboletas na barriga já existiam há muito, mas este seria apenas um jantar de amigos, com a irmã dele. Há dias fui pesquisar…