
Já há muito, muito tempo que eu queria fazer uma viagem sozinha. Com todas as condições reunidas, achei que este era o momento ideal – e, acima de tudo, o momento em que eu precisava. Precisava de sair para respirar, precisava de estar sozinha, precisava de sair da minha zona de conforto, precisava de…
Tinham razão: vim para os Açores! Às seis da manhã de ontem estava a entrar para o avião que me traria a São Miguel enquanto fechava o livro que estou a ler no momento, “The Subtle Art of Not Giving a Fuck”, de Mark Manson. Parei de ler numa altura em que ele falava da…
Já aqui escrevi muito sobre o Goodreads. Se tivesse que classificar a minha relação com esta rede social dos livros diria, à boa moda do facebook, que “é difícil”. Tenho fases em que vou lá todos os dias, outras em que não ponho lá os pés durante meses. Isto reflete a inconstância dos meus…
É preciso, antes da crítica, fazer um disclaimer importante: quando comprei este livro já tinha visto o filme, sabendo por isso de antemão a linha da história e que eventualmente o final me ia deixar com o coração partido. O filme, apesar de espetacular, não supera o livro, que (para mim) é soberbo. Esta…
Não, meus amigos: eu ainda não ultrapassei o facto de ninguém me ter dado os créditos por, o ano passado, terem surgido todo o tipo de insufláveis (eram flamingos, fatias de pizza, ananases e melancias e até uns gelados ocasionais), após eu ter escrito, no ano anterior, sobre a falta de originalidade nas boias, que andavam…
Há uns dias a minha mãe, ainda que sem maldade, disse que eu era insossa a vestir-me. A questão é que a insossisse é, para mim, das piores coisas que há. Pessoas insossas, desenxabidas, sensaboronas, amorfas ou qualquer sinónimo de tudo isto dão-me um bocadinho a volta ao estômago. Pessoas que nem sim nem sopas, onde…
Sexta-feira foi um dia importante porque, de alguma forma, pus fim a um ciclo. Algures em Março deste ano decidi que ia deixar o trabalho onde estou há quase dois anos e todos estes meses têm sido de preparação para a minha saída. Sexta foi o dia em que, para todos os efeitos, deixei tudo pronto para…
Decidi que vou passar férias sozinha. Foi rápido: lembrei-me do destino, encontrei um pacote apetecível e marquei. Não perguntei a ninguém se queria vir comigo e fi-lo de forma consciente, por duas razões: a primeira é porque já sabia as respostas que ia obter se perguntasse, a segunda é porque sempre quis viajar sem ninguém…