
A Netflix é um buraco negro. Um poço sem fundo. Um horizonte sem fim à vista. A Netflix é o antro de toda e qualquer procrastinação dos dias de hoje. Passou a ser a razão pela qual muita gente tosse ao telefone e diz ao chefe “estar doente” ou aos amigos, com quem tinha combinado…
No fim do último recital de piano do ano passado a minha professora entregou-me aquela que viria a ser a minha música de Janeiro (todos os meses apresentamos músicas novas, que estão sujeitas ao tema do mês). Neste início do ano o mote eram peças a quatro mãos. Normalmente somos nós que escolhemos a música…
Tinha os meus nove anos e era louquinha pelo FCPorto. Nem digo por “futebol”, porque eu estava-me pouco borrifando para os outros clubes. Eu era do Porto. Ponto. Via os jogos, punha o cachecol com o símbolo ao peito e fazia de tudo para ir ao estádio. Era – e sou – orgulhosamente sócia, mas…
Mais de uma semana sem publicar. Auch. Que rico pontapé no meu ego esperançoso e no meu lema “quanto mais treinares, melhor escreverás”. Estou a passar uma daquelas fases em que parece que tudo está a acontecer ao mesmo tempo. Aniversários aos fins-de-semana, recitais de piano, tentativa de uma maratona pré-filmes-dos-óscares, entusiasmo máximo (dentro do possível)…
Comecei a escrever diariamente em 2009, em blogs que hoje em dia já não andam por aí e cujos textos só moram na cabeça de alguns. Acho que ainda sou uma miúda, mas na altura era MESMO miúda – não tinha sequer feito o 9º ano. Não fazia ideia que a escrita ia ser uma…
(depois de escrever este título senti-me um daqueles youtubers parvos da moda, atrás de um clickbait – mas o pior é que ele tem um fundo de verdade) A Molly é uma cabra. Não, isto não é um insulto para a minha cadela. Ela, embora seja um canídeo, tem de ter algures no seu…
Mar de Maio Foi graças a um comentário da Inês aqui no blog que eu cheguei ao seu espaço. Tive curiosidade, cliquei no seu nome e fui parar ao Mar de Maio. E gostei logo. Fez-me lembrar os meus primeiros tempos na blogosfera, em que cada espaço era uma partilha feita de forma despretenciosa,…
Caixas de música na Conto de Fadas “Quem sai aos seus não degenera”, diz o provérbio. E isso pode explicar o porquê de eu gostar de caixas de música – acho que posso agradecer à carga genética vinda da minha mãe. Na verdade não é nenhuma paixão assolapada, não perco a cabeça por um…